conheça mais sobre o museu mhn-ufal
História

Conheça mais sobre o museu MHN-UFAL

Museu MHN-UFAL (Museu de História Natural da Universidade do Alagoas) completou 31 anos de existência no mês de maio

Ao longo de 31 anos de existência completados no dia 7 de maio, o museu MHN-UFAL (Museu de História Natural da Universidade do Alagoas) coleciona ações de pesquisa e extensão.

Museu MHN-UFAL – atividades variadas

A história do museu MHN-UFAL vem contribuindo com a pesquisa da biodiversidade, geodiversidade e conservação não apenas de Alagoas, mas também de toda a região e país. O espaço possui reconhecimento internacional.

Além disso, a instituição promove a extensão com atividades variadas. É o que explica o professor Jorge Luiz Lopes, diretor do MHN e responsável pelo setor de Paleontologia.

“Daí, já pode-se ver que o MHN é importante na disseminação dos conhecimentos científicos para o grande público, além de realizar pesquisas de alto nível pelos seus membros, com orientações para alunos de graduação e pós-graduação de Alagoas e outros estados do país.”

Pandemia

Em contrapartida, por conta da pandemia, o MHN-UFAL precisou suspender as visitas. Porém, não parou de desenvolver suas atividades de pesquisa e extensão, afirma Lopes.

“Os setores do museu estão desenvolvendo suas atividades internamente, seguindo todos os protocolos de segurança. As pesquisas em campo foram retomadas com um número reduzido de pesquisadores em cada saída a campo. As publicações continuam sendo feitas pelos pesquisadores e estudantes vinculados ao museu.”

Divulgação científica e cultural

Contudo, a equipe ainda tem desenvolvido um trabalho de divulgação científica e cultural nas redes sociais da instituição, com postagens no Instagram e Facebook. Depois desse período, a ideia é retomar os eventos tradicionais abertos ao público. Trata-se do Fim de Semana no Museu, Noite do Malassombro e visitas das escolas, instituições e público em geral.

Convênio internacional e novas espécies

Entre as tantas histórias que o museu possui está a transferência da sede do MHN-UFAL para o prédio da antiga Faculdade de Medicina situada na Praça Afrânio Jorge, Prado, em 2016 foi uma conquista.

Selma Torquato, técnica do MHN e responsável pelo setor de Herpetologia, que estuda os anfíbios e répteis, detalha a importância de mudar para nova sede.

“Antes havia problemas de estrutura física e grande limitação de espaço no prédio original. Atualmente, temos espaços individualizados para todos os setores e seus laboratórios, ampliamos as áreas das coleções – de 11 para 13, bem como se tornou possível atender as demandas das atividades de extensão voltadas ao público amplo. A realização de oficinas, exposições, feiras, apresentações culturais, exibição de vídeos são realidades desde então”,

Ela integra o Museu há 30 anos, sendo cinco como colaboradora e 25 como funcionária.

Acordo de cooperação

Por outro lado, o professor Jorge destaca outras importantes conquistas do MHN:

“O acordo de cooperação feito com o Museu Darwin (Museu de História Natural) de Moscou na Rússia. Também merece destaque as descobertas de novas espécies de organismos feitas por pesquisadores do MHN.”

Por fim, no decorrer desses 31 anos, o museu MHN-UFAL se tornou um espaço para pesquisa e extensão. Além de sediar eventos científicos e culturais locais, regionais e nacionais. E ainda incentivar a participação do público visitante na construção do conhecimento e trazer a sociedade ao Museu.

*Foto: Divulgação

Postagens relacionadas

Casarões antigos no Rio abrigam história do design

Município Assessoria

Mostra sobre Antonio Dias segue até março no MAM-SP

Município Assessoria

Projeto Oficinas do MAM-BA marca 40 anos de contribuições de Lina Bo Bardi

Município Assessoria

Turismo ferroviário tem dificuldades de se manter na pandemia

Município Assessoria

Museu Mazzaropi: conheça mais este espaço de cultura

Município Assessoria

Primeira fábrica de vagões ferroviários do país ganha exposição

Município Assessoria